Líder do governo defende diálogo entre poderes municipais e invasores de ocupação no Juá

O vereador Erasmo Maia (DEM) em pronunciamento da tribuna da Câmara de Vereadores, durante a sessão desta terça-feira (16), defendeu abertura de diálogo entre o Governo Municipal e a Casa de Leis sobre os problemas de ocupação no município, como vem ocorrendo na área do Juá, onde até espaços reservados para equipamentos públicos já estão sendo habitados.

Vereador Erasmo Maia pede um entendimento entre invasores e representantes da Câmara e Prefeitura. Foto: Ascom/Câmara

Segundo o parlamentar, por ser um polo regional, constantemente, muitas famílias migram de cidades próximas de Santarém, que se encontra em uma zona convergente, dificultando o serviço público a alcançar todas as necessidades da comunidade.

“Vivi nos últimos quatro anos, como secretário chefe de gabinete e em contato, mês a mês, com as famílias e lideranças que buscavam serviço público e com muita luta, como transporte, coleta de lixo, iluminação pública, que aos poucos vai adentrando no bairro”, afirma.

O parlamentar indagou os demais vereadores para a necessidade de diálogo entre as partes envolvidas com os problemas fundiários na área urbana de Santarém. “O poder público também não tem responsabilidade em normatizar, organizar, e de certa forma ser corresponsável por aquilo que vai acontecer lá?”, indaga.

O líder do governo informou que esteve com o secretário municipal de Administração Emir Aguiar para verificar a possibilidade do governo que, em áreas de ocupação, sejam observados os espaços reservados para equipamento públicos, “E nesse ponto eu confesso que o governo deve puxar para si essa responsabilidade, deve conduzir o diálogo com as famílias que estão ocupando”, enfatiza.

Erasmo Maia manifestou que a questão fundiária é uma preocupação do prefeito Nélio Aguiar, “e esta Casa poderia também abrir diálogo nesse sentido porque, mais cedo ou mais tarde, o problema vem para a Casa de Leis.  Portanto, quero deixar minha preocupação e a necessidade do Governo Municipal implementar um ação urgente, para, pelo menos, preservar uma área onde a comunidade deixou reservado para equipamentos públicos”, finaliza.

As informações são da Ascom da Câmara de Vereadores

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