‘Gatinha da nota fake’ segue presa e vai responder por crime contra a fé pública

A pseudo-influenciadora digital, Joene Coutinho, 25 anos, presa na última quinta-feira (19), pela Polícia Civil do município de Uruará, no sudoeste do Pará, depois de ser flagrada tentando fazer comprar em um estabelecimento comercial usando notas de R$ 100 falsas, será encaminhada para a Polícia Federal e vai responder por crime contra a má fé pública.

A mulher teria realizado compras no comércio local utilizando dinheiro falso. Os comerciantes procuraram a delegacia e relataram o fato à polícia.

A ‘Gatinha da Nota Fake’, como passou a ser conhecida a jovem, teria repassado, segundo as investigações da polícia, um total de R$ 1.300 em cédulas falsas no valor de R$ 100 no Mercadão Municipal de Uruará.

Segundo a polícia, em pelo menos 12 estabelecimentos diferentes, a suspeita agia sempre da mesma forma: fazia uma compra no valor de R$ 10 e pagava com a nota de R$ 100, recebendo então os 90 reais de troco correspondente.

Segundo os feirantes que haviam recebido os repasses suspeitos, a falsificação foi constatada assim que uma observação era feita. Foi então que a “pseudo-digital influencer” foi convocada a prestar esclarecimentos sobre o caso, na delegacia local.

Acompanhada pelo advogado, ela negou ter conhecimento de que as notas eram falsas. Alegou ter sido vítima de um golpe, uma vez que recebeu o dinheiro como pagamento pela venda de um tablet no valor de R$ 1.700. No entanto, não foi capaz de identificar o suposto comprador.

Por esse motivo, Joene foi presa em flagrante e indiciada por crime contra a fé pública de moeda falsa. A pena para quem comete esse tipo de crime é reclusão de três a 12 anos, além de multa. O próximo passo da investigação é a identificação do fornecedor das cédulas falsas.

O caso será encaminhado à Polícia Federal por se tratar de falsificação de moedas.

Joene tinha em uma rede social, mais de 130 mil seguidores. Ela compartilha fotos sensuais e vídeos com dancinhas.

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