# GOLPE DO AUXÍLIO EMERGENCIAL: PF investiga grupo que fraudava auxílio emergencial a partir de Manaus

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- Published: 2021-04-06T12:10:16-03:00
- Author: Redação

A Polícia Federal deflagrou uma nova operação para investigar supostas fraudes praticadas
contra o auxílio emergencial. Nessa frente, a Operação Sevandija apura suspeitos
que teriam atuado em Manaus, onde cumpre quatro mandados judiciais de busca e apreensão
expedidos pela 2ª Vara Criminal da Justiça Federal do Amazonas.

![](https://i0.wp.com/oquartopoder.com.br/wp-content/uploads/2021/04/app_auxilio_emergencial.
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Aplicativo auxílio emergencial do Governo Federal.

De acordo com os investigadores, os criminosos desviavam valores que seriam destinados
a pessoas cadastradas para receber o auxílio emergencial.

“A Polícia Federal constatou que o golpe é aplicado em âmbito nacional, mediante
cadastro (via aplicativo CAIXA Tem ou site) em nome de terceiros. Com a disposição
dos valores nas respectivas contas sociais fraudadas, os membros da organização 
realizam pagamentos, por meio de boletos, bem como realizam transferências bancárias
fraudulentas, a fim de receberem os recursos desviados”, informou a PF.

Durante o cumprimento dos mandados, um dos investigados foi preso em flagrante por
tráfico de entorpecentes, uma vez que havia com ele “grande quantidade de substância
com características similares à maconha”.

Segundo a PF, os indiciados poderão responder pelos crimes de pertencimento a organização
criminosa e furto qualificado mediante fraude. Caso sejam condenados, poderão cumprir
pena de até 16 anos de reclusão.

**Operação Checker**

No Paraná, a Polícia Federal deflagrou a Operação Checker, para desmantelar uma 
organização criminosa que também fraudava o auxílio emergencial. Dois mandados de
prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão são cumpridos no município
paranaense de Umuarama.

Os suspeitos teriam usado programas de computador que, por meio de algoritmos, geram
números do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e softwares chamados checkers, que indicavam
titulares aptos a receber o Auxílio Emergencial.

“Os saques eram realizados diretamente no caixa eletrônico, na agência bancária,
ou então, quando em valores maiores, por meio de transferência através do sistema
PIX”, informa a PF. (ABr)
