# MRN completa 45 anos de histórias conectando a mineração com desenvolvimento sustentável

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- Published: 2024-08-12T15:34:33-03:00
- Author: Redação

Desde o primeiro embarque de bauxita em 1979, há exatos 45 anos, no distrito de 
Porto Trombetas, a MRN tem se destacado por sua capacidade de inovar e respeitar
as raízes culturais das comunidades locais. Possuindo um cuidado constante com o
meio ambiente e mantendo diálogo aberto com os moradores, a empresa está alinhada
a boas práticas que evidenciam seu compromisso com uma mineração, cada vez mais,
sustentável na região Oeste do Pará.

Essa jornada há mais de quatro décadas marcou a vida de muitas pessoas. Entre elas
está Denise Nunes, gerente de departamento na MRN que chegou na região no ano de
1996. Natural de Salvador (BA), ela destaca a evolução profissional que alcançou
na empresa. “Meu marco maior foi essa quebra de cultura e região. Conhecer a região
Norte do país, que eu não tinha ideia de como seria, e hoje eu digo que não me arrependo
de nada. É uma grande conquista passar mais de 26 anos em uma empresa que acreditou
no meu potencial, de nutricionista a gerente de departamento”, comentou.

A trajetória de Denise se assemelha aos caminhos trilhados por Dilson Castro Santos,
com 42 anos de MRN. Ele chegou em Porto Trombetas junto com a família no final da
década de 70, pois os pais trabalhavam na MRN. Após concluir o segundo grau em Belém(
PA), ele foi contratado pela empresa em 1982, como auxiliar de escritório, e segue
na empresa até hoje, agora como técnico de Controle de Operações. “Após ter a oportunidade
de trabalhar na MRN como auxiliar de escritório, comecei a galgar uma vaga no setor
de pessoal e, nesse período, a empresa começou a investir nas grades curriculares
e tive a oportunidade de fazer cursos técnicos de gestão, segurança e até mesmo 
de elétrica. Agradeço muito a Deus por ter dado oportunidade e abrir essa porta 
na minha vida. Eu vi a empresa crescer com sua estrutura e me sinto grato”, relata.

Para Guido Germani, Diretor-Presidente da MRN, relatos como os de Denise e Dilson
refletem o compromisso da empresa com as boas práticas, desenvolvimento sustentável
e respeito às pessoas. “Nosso compromisso é com um futuro sustentável, onde a mineração
respeita o meio ambiente e valoriza as comunidades locais. Celebrar 45 anos com 
tantas histórias bem-sucedidas na região, possibilitando a mudança de vida de comunidades
e empregados, é testemunhar a construção de um importante legado para a região. 
Posso dizer que a MRN teve diversos aprendizados ao longo de seus 45 anos, mas temos
sempre que ressaltar que o verdadeiro progresso só é alcançado quando integramos
desenvolvimento econômico, preservação ambiental e respeito às pessoas “, declara.

**Desenvolvimento e geração de renda**

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Com iniciativas alinhadas à responsabilidade social e ambiental, a empresa promove
uma série de ações que proporcionam oportunidades de desenvolvimento e fortalecem
o relacionamento com as comunidades. Entre elas estão o Programa de Educação Socioambiental(
PES), em cumprimento às condicionantes ambientais do Instituto Brasileiro do Meio
Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Composto por 11 iniciativas
distintas, o programa está baseado em geração de renda, promoção à saúde, educação,
cultura e meio ambiente.

Maria do Socorro Pereira, moradora do Lago Batata, é uma das participantes das atividades.
Ela integra o Projeto de Apoio a Sistemas Agroflorestais (SAFs), desenvolvido pela
MRN, que une geração de renda e preservação ambiental da região. De compostagem,
com a reciclagem de produtos orgânicos, passando pela criação de galinhas e plantação
de mudas, são diversas as técnicas que ela aprendeu durante as atividades em curso,
garantindo clientes e geração de renda para a comunidade. “A cada mês eu espero 
por novos cursos e fico muito feliz em estar aqui. O SAFs trouxe vários benefícios
e com ele eu consigo ter encomendas de farinhas e espero ter novos conhecimentos
e estou muito feliz em aprender coisas que ainda não sabia”, comenta.

Moradora da Comunidade Bom Jesus, Dirlene Meireles também participa do projeto SAFs
e destaca os benefícios que a atividade tem proporcionado. “O SAFs veio em um momento
importante para mim e minha família. É um projeto maravilhoso e todos estão satisfeitos
porque é um processo de aprendizado que nos motiva. Eu vou continuar no projeto,
cultivando, criando e agradeço pela oportunidade. Estou feliz e colhendo o que plantei”,
afirma.

**Educação e qualificação**

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Não é apenas com atividades socioambientais que a empresa atende os moradores de
comunidades vizinhas às suas operações. A MRN, ao longo de seus 45 anos, também 
tem possibilitado a qualificação profissional e acesso a uma educação de qualidade
com iniciativas que têm potencializado a formação de centenas de famílias quilombolas.
Por meio do Programa de Apoio ao Ensino Básico (PAEB), o estudante que ingressa 
no nível fundamental e médio, para seguir com os estudos, têm suporte, de forma 
gratuita: com materiais didáticos escolares, transporte e alimentação. Já o estudante
de nível superior conta com o Programa de Apoio do Ensino Superior (PAES), que garante
bolsa de auxílio financeiro mensal, além de passagem de férias para visitar a família.

Criado em 1997, o PAEB oferece, gratuitamente, educação integral, com material escolar
e didático, transporte e alimentação. Já o PAES, em execução desde o ano 2000, oferece
todo o suporte necessário para entrar na graduação, com bolsas para cursos superiores,
em ensino presencial ou à distância. Em 2023, o PAEB tem beneficiado 129 bolsistas.
Já o PAES oferta a 52 alunos a possibilidade de acesso ao ensino superior e um novo
mundo de oportunidades.

A empresa também atua com a oferta de educação básica e qualificação profissional
em outras localidades por meio do Projeto Educação pela Amazônia. Estruturada em
2022, a iniciativa oferece cursos nos eixos da Elevação de Escolaridade, Qualificação
Profissional e Cursos Livres. Já foram beneficiadas as comunidades Lago do Ajudante,
Abuí, Serrinha e Boa Vista, pertencentes a Oriximiná, além de comunidades rurais
dos municípios de Faro e Terra Santa. Desde o seu início até o final do ano passado
368 alunos participaram do programa, distribuídos em 28 turmas, com 4.720 horas 
de carga horária.

A empresa também oferta cursos profissionalizantes para que comunitários possam 
se qualificar e ter a chance de ingressar no mercado de trabalho, oferecendo conhecimentos
e experiência prática em um ambiente industrial de ponta, proporcionando a qualificação
de jovens de comunidades próximas à MRN e a oportunidade de uma carreira promissora
na área da mineração. “As oportunidades devem ser agarradas e eu quero crescer, 
entrando em uma empresa que me dê reconhecimento. Hoje, para as mulheres, é muito
difícil entrar na mineração. Quero ser vista e reconhecida um dia”, declara Gisele
Ferreira, moradora da Comunidade Boa Vista, que participa do curso de operação de
máquinas pesadas, promovido pela empresa.

**Sustentabilidade é prioridade**

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Demonstrando seu compromisso com a gestão ambiental e conservação da biodiversidade,
a MRN mantém o Programa de Recuperação de Áreas Mineradas que garantiu o reflorestamento
de cerca de 7,5 mil hectares ao longo dos 45 anos de histórias com o plantio de 
mudas de espécies nativas como Andiroba, Castanha-do-Pará, Copaíba, Cumaru e Itaúba.
Tal iniciativa, que envolve as comunidades locais, além de gerar renda e fortalecer
o diálogo entre moradores e empresa, demonstra o êxito da mineração sustentável 
praticada pela MRN e possibilita o retorno da fauna e flora para a região.

Aliado à preservação ambiental, a empresa também mantém o compromisso com ações 
que garantem a produção sustentável da bauxita, como gestão de resíduos sólidos 
industriais e urbanos e o monitoramento de ar, água e ruídos. Essas ações garantem
que, desde 2021, a MRN mantenha a certificação _Aluminium Stewardship Initiative_(
ASI) nos Padrões de Desempenho e de Cadeia de Custódia (CoC). Essa certificação 
confirma as boas práticas de gestão da empresa, baseadas nos princípios do ESG, 
que representa a sustentabilidade ambiental, social e de governança corporativa.
A certificação ASI é a única iniciativa global voluntária de sustentabilidade para
a cadeia de valor do alumínio, que inclui a bauxita.

**Parcerias que geram valor**

Ao longo de seus 45 anos, a MRN tem consolidado parcerias com instituições que fortalecem
a mineração sustentável na Amazônia, como Associação Brasileira do Alumínio (ABAL)
e Instituto Brasileiro da Mineração (IBRAM).

“A história da MRN é também parte da história do alumínio do Brasil. A companhia
tem demonstrado um compromisso inexorável com as práticas de mineração sustentável,
com o cuidado com o meio ambiente e a inovação nos processos produtivos. A colaboração
entre ABAL e MRN é marcada por um diálogo constante e pela busca de soluções conjuntas
para os desafios do setor. Entre as principais iniciativas conjuntas estão o desenvolvimento
de normas técnicas, desenvolvimento e realização de eventos que visam promover as
melhores práticas da indústria do alumínio”, destacou a Presidente-Executiva da 
ABAL, Janaina Donas.

Para Raul Jungmann, Diretor-Presidente do IBRAM, a parceria existente com a MRN 
ao longo dos anos tem possibilitado uma série de serviços especializados. “Como 
uma entidade privada sem fins lucrativos e de adesão voluntária, nosso foco principal
é oferecer aos associados ferramentas e recursos essenciais para seu crescimento
e aprimoramento de produtividade. A MRN desempenha um papel crucial na promoção 
da mineração sustentável na Amazônia, destacando-se como um exemplo significativo
de comprometimento com boas práticas no setor. Ao focar em práticas sustentáveis,
a MRN não apenas protege o ambiente amazônico, mas também promove o bem-estar das
populações locais e demonstra como a mineração pode ser realizada de maneira responsável
e benéfica para todos os envolvidos”, comenta.

**Incentivo à mão de obra local**

A valorização e o desenvolvimento da mão de obra regional, são premissas da MRN 
desde o início de suas operações. Quem acompanha de perto este cuidado com a população
local é Zilma Viana, que veio da Comunidade Quilombola Serrinha, localizada no Alto
Trombetas, no ano de 1978. Em 1990, começou a trabalhar em uma empresa terceirizada
que, de acordo com ela, possibilitou realizar o seu grande sonho: o acesso ao ensino
superior. “Eu tive a oportunidade de me qualificar com curso técnico e superior.
Esse foi um momento que, pelas minhas condições financeiras, achei que não iria 
conseguir. Foi aqui que eu consegui e tive todo o apoio possível e hoje me sinto
uma pessoa realizada”, conta.

Depoimentos como os de Zilma se traduzem em feitos como os de ser, pela terceira
vez consecutiva, uma das 50 melhores indústrias de grande porte para se trabalhar
no país, segundo o ranking Great Place To Work (GPTW).** **

**_Fonte: MRN_**
