# Sem água e sem socorro: a UPA do PAAR vira símbolo do abandono da gestão de Daniel Santos

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- Published: 2026-07-31T13:19:52-03:00
- Author: Redação

Enquanto o ex-prefeito Daniel Santos ostenta discursos sobre gestão eficiente e 
utiliza a máquina pública para promover seu nome, a realidade vivida pela população
de Ananindeua nos postos de saúde é de puro desespero. Uma denúncia grave feita 
por um paciente expõe o cenário de abandono e falta de humanidade que tomou conta
da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do PAAR, uma uma unidade de saúde pública
relativamente nova, mas que hoje opera em condições precárias.

Relatos de quem precisou de atendimento médico no local revelam que a unidade não
dispõe sequer de água potável para os pacientes beberem. O caos atinge seu ponto
mais crítico na falta de profissionais: durante o plantão, apenas um médico estava
escalado para atender toda a demanda da comunidade. Para piorar, o profissional 
ausentou-se por volta das 22h sob a justificativa de descanso e não retornou, deixando
a UPA à própria sorte durante toda a madrugada.

**GRITOS DE DOR E DESAMPARO NO CORREDOR**

Quem esteve na UPA do PAAR presenciou cenas de verdadeiro filme de terror. Nos corredores
da unidade, pacientes sem qualquer acompanhamento médico agonizavam sem socorro.
Entre os relatos, destaca-se o caso de um jovem cujos gritos de dor podiam ser ouvidos
por todos que aguardavam, sem que houvesse um único médico para avaliar seu quadro
ou administrar a medicação adequada.

**A CONTA DO ABANDONO CAI SOBRE A POPULAÇÃO**

O caos na UPA do PAAR é o reflexo direto de uma gestão que priorizou os esquemas
políticos em detrimento do básico para a saúde humana. Deixar uma comunidade inteira
sem médico de plantão e sem água para beber não é apenas incompetência administrativa;
é uma demonstração de desrespeito e crueldade com quem mais precisa.

Enquanto a população do PAAR sofre nos corredores gritando de dor, a herança deixada
por Daniel Santos na saúde de Ananindeua continua sendo marcada pelo desmonte, pela
falta de estrutura e pelo absoluto desprezo pela vida dos cidadãos.
