# Tem parabólica tradicional? Saiba por que você precisa fazer a troca com urgência

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- Published: 2023-05-17T16:13:47-03:00
- Author: Redação

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Quem assiste à TV pelo sinal transmitido via satélite precisa ficar atento. Em breve,
as parabólicas tradicionais deixarão de funcionar. Quem não fizer a trocar para 
a nova parabólica digital, corre o risco de ficar sem o sinal dos canais abertos
de televisão.

A única solução possível para evitar perder o sinal de TV é substituir a parabólica
tradicional pela nova parabólica digital, que possui mais canais disponíveis gratuitamente,
alguns deles com programação local. O conjunto de equipamentos (nova parabólica,
LNBF, receptor e cabos) custa em torno de R$ 750, a depender do modelo e da região.
O segundo passo é contratar um profissional. O custo do serviço varia de acordo 
com a região e o local de instalação da antena.

Francine Curcio, analista de produtos e negócios da Intelbras, uma das fornecedoras
de antenas parabólicas digitais para a Siga Antenado, explica que o passo a passo
para mudança é simples, já que a antena digital está disponível para venda em todos
os estados brasileiros. O kit com a parabólica digital (banda Ku) inclui antena,
conversor, receptor e controle remoto.

“O consumidor pode encontrar o produto em grandes supermercados, magazines, pequenos
comércios de eletrônicos ou na internet. Depois, basta buscar no site da fabricante
a lista de profissionais da região que estão preparados para instalar a antena”,
afirma Curcio. “Com poucos passos, a família pode desfrutar de uma qualidade de 
imagem e som muito superior, além de ter mais canais de TV e emissoras de rádio 
à disposição.”

Yvan Cabral, sócio fundador da Vivensis, fabricante e distribuidora de antenas e
receptores para todo o país, explica que a escolha da antena também faz diferença
para a qualidade da imagem. “Como, visualmente, as antenas são muito parecidas, 
o consumidor não consegue diferenciar uma boa de uma ruim, é necessário buscar essas
informações com o vendedor”, afirma Cabral. “É importante priorizar uma de melhor
qualidade, que garante maior ganho de sinal. A antena deve ter um tratamento na 
chapa de aço para prevenir oxidação e ferrugem, por exemplo, que pode dificultar
a recepção de sinal”, alerta.

Márcio Cauduro, gerente de produtos e negócios de TV da Elsys, outra fornecedora
e fabricante do primeiro receptor instalado gratuitamente pela Siga Antenado, alerta
que também é importante garantir a qualidade do equipamento e da instalação para
enfrentar às condições climáticas de cada região. “É preciso que a antena e o LNBF
estejam firmemente instalados e com apontamento correto, para que o sinal não seja
prejudicado pelas ações do tempo, como ventanias e chuvas mais fortes. Por isso,
para quem não entende do assunto, é mais seguro buscar informações em lojas referência
na cidade que trabalhem com produtos de TV ou produtos eletrônicos”, orienta.

**O que acontece se eu não fizer a troca?**

Quem não fizer a troca, vai perder o sinal de TV quando as parabólicas tradicionais
deixarem de funcionar. Outro problema que enfrentará é o risco de interferência 
no sinal da TV quando a tecnologia 5G for ativada em sua cidade ou região. Como 
o sinal do 5G é transmitido na mesma frequência da parabólica tradicional, poderão
ocorrer chuviscos, chiados, a imagem pode travar e até ser interrompida.

**Famílias de baixa renda têm direito à substituição gratuita**

Famílias de menor renda inscritas em Programas Sociais do Governo Federal e que 
já tenham a antena parabólica tradicional em pleno funcionamento, têm direito à 
instalação gratuita do equipamento. Para agendar, basta acessar o site sigaantenado.
com.br ou ligar para 0800 729 2404.

A substituição é realizada pela Siga Antenado, Entidade Administradora da Faixa 
criada por determinação da Anatel, responsável por apoiar a população durante a 
migração do sinal de TV utilizado pelas parabólicas tradicionais (banda C) para 
o sinal das parabólicas digitais (banda Ku). A Siga Antenado é formada pelas operadoras
Claro, TIM e Vivo, que foram as vencedoras dos blocos nacionais do leilão do 5G,
com as licenças da faixa 3,5 GHz.

**_Ascom/Siga Antenado_**
